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Inteligência, ciência e fé OLAVO DE CARVALHO
Inteligência, ciência e fé OLAVO DE CARVALHO OS MATERIALISTAS, pragmatistas e tutti quanti censuram à inteligência humana o não poder ultrapassar a esfera dos esquemas formais e dar-nos a realidade viva do objeto sensível. Certos pensadores religiosos e místicos censuram-lhe o não poder alcançar o divino, o não poder nos dar senão abstrações e analogias, um céu pensado em vez do Deus vivo. Que é que nos oferecem como alternativa? De um lado, o consenso coletivo dos cientistas. De outro, o consenso coletivo do dogma. São duas formas do argumento de autoridade. Mas em que se fundam essas duas autoridades? A ciência funda seu prestígio na utilidade prática, isto é, na sua capacidade de criar meios para a consecução de fins que ou são estabelecidos pela inteligência humana ou, num círculo vicioso, são determinados pelo consenso coletivo mesmo; a religião, na revelação e no mistério, cujo sentido ou nos é evidenciado pela inteligência ou então, num círculo vicioso, é decretado pela autorida...
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